Causas relacionadas aos sensores
1. Sensores mal calibrados ou posicionados
Sensores com sensibilidade excessiva ou instalados em locais inadequados reagem a movimentos irrelevantes — cortinas balançando, sombras, animais domésticos, correntes de ar ou até reflexos de luz. É a causa mais comum de falsos alarmes em sistemas residenciais.
Sintomas típicos:
- Disparos em horários específicos (madrugada, quando o vento aumenta; ou à tarde, quando o sol incide diretamente no sensor).
- Disparos que coincidem com a movimentação de animais de estimação.
- Sensores que disparam mesmo sem ninguém na área monitorada.
Como diagnosticar e resolver:
- Verifique o posicionamento. Sensores PIR devem ser instalados a 2-2,5 metros de altura, longe de janelas com sol direto, cortinas, fontes de calor e objetos que balancem.
- Reduza a sensibilidade. Áreas de alta circulação podem precisar de ajuste mais baixo.
- Ative a função pet-immune (se aplicável). Ignora movimentos de animais até 20-40 kg.
- Limpe os sensores regularmente. Poeira e teias na lente prejudicam a leitura e causam disparos falsos.
2. Sujeira, insetos ou teias nos sensores
Aranhas, formigas e outros insetos sobre a lente de um sensor PIR são uma causa clássica de falsos alarmes. Uma teia de aranha balançando com o vento também pode ser interpretada como movimento.
Como resolver: limpeza periódica dos sensores e repelente de insetos ao redor da carcaça (sem tocar na lente). Em casos recorrentes, vede frestas na instalação.
3. Baterias fracas ou antigas
Sensores sem fio com bateria fraca enviam sinais instáveis à central, resultando em acionamentos indevidos.
Sintomas típicos:
- Disparos intermitentes, sem padrão claro.
- Avisos de "bateria fraca" no painel ou aplicativo.
- Sensores que param de funcionar logo após um disparo falso.
Como resolver: substitua as baterias de todos os sensores a cada 12-18 meses, mesmo que ainda pareçam funcionar.
